Operário queixa-se das arbitragens

O treinador do Operário mostrou-se revoltado com as arbitragens dos jogos da equipa nas primeiras duas jornadas da Zona Sul do Campeonato de Portugal de futebol.

Domingo, na Lagoa, após o empate 1-1 frente ao Farense, numa partida onde o árbitro Ricardo Moreira mereceu reparos dos treinadores de ambas as equipas, André Branquinho fez eco da revolta dos fabris.

Em concreto, Branquinho afirma que “fomos condicionados em Fátima e fomos hoje aqui condicionados”, sublinhando que o valor dos adversários (Fátima e Farense) não são beliscados com as críticas.

“Não é isso é que está em causa porque são ambas duas boas e fortes equipas”, anotou André Branquinho antes de ‘partir para o ataque’.

“Estou a colocar em causa o facto de não nos deixarem fazer o nosso trabalho em condições de igualdade para lutarmos, de igual para igual, pelos três pontos”.

Em causa, o treinador lagoense reporta-se às faltas sofridas por Gonçalo Reyes em Fátima e que o árbitro da partida não sancionou com as respetivas grandes penalidades, mas também a dualidade de critérios disciplinares na partida de domingo e do lance que origina o golo do empate, que nasce de um lançamento de linha lateral concedido ao Farense, quando a bola pertencia ao Operário.

O técnico lamenta a falta de apoio por parte da Associação de Futebol de Ponta Delgada (AFPD) para, junto das entidades competentes, fazer a defesa dos seus filiados.

“Seria bom verem (AFPD) os jogos do Operário para depois tentarem fazer uma defesa das equipas que militam nestes campeonatos. Não sei até que ponto é importante para a AFPD terem o Operário e o Sporting Ideal nos campeonatos nacionais! Faz falta uma maior aproximação para verem o que sofremos e poderem nos defender junto da Federação”, apelou o técnico.

in: AO/AM

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